Lisboa, 19 de março de 2013
José Alves - ID: 537
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José Alves
Destaque 2 (titulo)
SECRET LIE tem Pedro Teixeira Silva como compositor, violinista e mentor do projecto. A banda conta ainda com Nuno Correia baixo; Tiago Ramos bateria; Tó Pica guitarra; Adelino Duarte guitarra/voz; Nuno Louro piano; e Sara Madeira na voz, uma jovem de 18 anos com um talento natural fora do comum.

SECRET LIE lançaram recentemente "Behind The Truth", o seu álbum de originais, que conta com a produção de Gustavo Carvalho e Masterização a cargo do famoso produtor Mário Barreiros.

Este trabalho discográfico conta também com a colaboração de músicos como:

Cato - Quinta do Bill (guitarra acústica)
João Ferraz - GNR, Ban (guitarra eléctrica)
António Gonçalves - Miss Kyoto, Yolanda (guitarra eléctrica)
Claudio Nunes - Corvos (cello)
Irene Lima - Solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa (cello)
Duncan Fox - Orquestra Sinfónica Portuguesa (piano)
Emídio Coutinho - Orquestra Sinfónica Portuguesa (cello)
Ajda Zupan?i? - Orquestra Sinfónica Portuguesa (cello)
Tommy Guitar - Atomic Fingers (guitarra acústica)
Marco Cerruti - Thape estúdios (voz)
João Madeira - (piano)
Poeta de Rua
Coro Infantil Sto Amaro Oeiras

- Em 18 de maio de 2012 Secret Lie fez sua primeira aparição pública em concerto. Foi o início da tour intitulada "The Debut Tour 2012".

- A banda fez sessões fotográficas com fotógrafos de renome, tais como:
Rui Leal, João Paulo Wadhoomall e Renato Paz.

- Secret Lie participou no evento contra a fome no Estádio da Luz, organizado por Luís Figo e Sport Lisboa e Benfica. Actuando no relvado principal.

- O tema "My Blood" faz parte da banda sonora da temporada de verão 2012 dos "Morangos com Açúcar" famosa série de TV.

- O single "I Can Be Free" teve estreia em exclusivo na Rádio Comercial ainda antes do álbum ser divulgado a publico.

- Secret Lie teve aceitação imediata por estações de rádio em todo o mundo, tornando-se uma das bandas portuguesas cujo som atinge mais países em todo o mundo: (Portugal, Espanha, Itália, Irlanda, Inglaterra, Suécia, Rússia, Austrália, EUA, Grécia, Venezuela, Noruega, Chipre, República Checa, Índia, Geórgia, Bielorrússia, Ucrânia, Alemanha, Argentina, Lituânia, Nova Zelândia, México, Hungria, etc)

- A banda filmou seu primeiro videoclip em agosto 2012 com o tema "Beautiful Wild Rose", com realização de Ricardo Magalhaes, produção 3D Hook e colaboração do Grupo Nova Imagem.

- Apenas uma semana depois de estar disponível para download o single "I Can Be Free" , alcançou o 2 º do top Vodafone, atingindo posteriormente o 1.º lugar da tabela.

- O single "I Can Be Free" alcançou o 1 º lugar do top Radio Dom Fuas onde manteve-se durante largas semanas.

- Depois da entrada directa para o 13.º lugar, durante mais 5 semanas, o álbum "Behind the Truth" marcou presença no top Nacional de vendas.

- A banda tem vindo a participar em diversos programas de TV Nacionais.

- Secret Lie é a 1 banda Portuguesa a alcançar o top internacional da Balcony TV.

- o Videoclip "Beautiful Wild Rose" é em Janeiro 2013 top 1 de visualizações nos sites SAPO e MYSPACE.

- Made in Portugal considera o álbum "Behind The Truth" como um dos melhores 15 do ano 2012.

- O Jornal Correio da Manha e o Made in Portugal elegem Secret Lie como uma das bandas revelação do ano 2012.

- A banda tem um canal de TV na Meo.

- Secret Lie deu entrevistas exclusivas para revistas de música nacionais e internacionais, tais como: Fan Base, Tribe, Cord, Gothic Girl Art, DeezMag.

- Em janeiro de 2013 a canção "I Can be Free", entra em airplay numa das estações mais importantes da rádio nacional, a RFM.

- Em janeiro de 2013 a canção "I Can be Free", faz parte da banda sonora da nova novela da TVI, "Destinos Cruzados".

- "The Secret Tour 2013" tem início a 11 Janeiro na afamada sala de espetáculos Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra. E três dias depois fará uma visita ao Hard Rock Cafe em Lisboa.

Escavação para trilhos encontra covas de vítimas da 'peste negra' em Londres
Arqueólogos anunciaram nesta sexta-feira a descoberta de um cemitério que pode abrigar os restos mortais de cerca de 50.000 pessoas mortas pela "peste negra" em Londres, há mais de 650 anos.

Treze esqueletos dispostos em duas fileiras foram descobertos 2,5 metros abaixo da rua na área de Farringdon, no centro de Londres, por pesquisadores que trabalham num projeto de 16 bilhões de libras (24 bilhões de dólares) para expansão da linha ferroviária.

Registros históricos já haviam indicado que a área, descrita como "terra de ninguém", teria abrigado um cemitério estabelecido às pressas para vítimas da peste bubônica, que matou cerca de um terço da população da Inglaterra após o início do surto, em 1348.

"Nesta fase inicial, a profundidade das covas, a cerâmica encontrada junto com os esqueletos e a maneira que os esqueletos foram dispostos, tudo aponta que isso seja parte do território de um cemitério emergencial do século 14", disse o arqueólogo-chefe do projeto, Jay Carver.

Registros limitados sugerem que até 50.000 vítimas foram enterradas em menos de três anos no cemitério Farringdon, enquanto a praga devastava a capital.

Os arqueólogos esperam que os esqueletos, que foram levados para testes científicos, esclareçam informações sobre o DNA da praga e confirmem as datas dos sepultamentos.

A descoberta do cemitério pode ser a segunda descoberta medieval significativa na Inglaterra recentemente, depois de arqueólogos confirmarem no mês passado que tinham descoberto os restos mortais do rei Ricardo 3º, que morreu em combate em 1485, debaixo de um estacionamento na região central do país.

As abras de construção da Crossrail, uma nova ligação ferroviária por baixo do centro de Londres e o maior projeto de infraestrutura da Europa, já descobriram esqueletos de mais de 300 covas em um cemitério perto do local do notório Hospital Bedlam para doentes mentais, no coração da cidade de Londres.
Um palácio art déco no coração de Paris
Dependendo da localização do quarto, a vista pode ser para o delicado jardim interno, a elegante avenida George V ou a Torre Eiffel. De qualquer forma, ao admirar o que há lá fora, o hóspede estará debruçado em janelas ou varandas de um chiquérrimo palácio art déco do começo do século 20. O Hotel George V (fourseasons.com/paris), sob o comando da rede Four Seasons desde 1999 (depois de um banho de loja que levou dois anos para ser concluído), é uma das hospedagens mais impressionantes de Paris.

Desde que faça o seu estilo, é claro. Lobby todo de mármore com balcão tão alto que me obrigava a ficar na ponta dos pés para falar com os recepcionistas, lustres rococós, lounges repletos de obras de arte e tapeçarias históricas favorecem uma atmosfera aristocrática que impõe certa frieza e distância. Mas os funcionários são para lá de atenciosos e gentis. E os hóspedes, de nacionalidades múltiplas, tão cinco-estrelas quanto o ambiente, daqueles que desfilam roupas de ir à ópera na hora do jantar.

Quartos. O meu era o mais básico de todos, o Superior Room ( 895 ou R$ 2,4 mil a diária). O banheiro era a melhor parte, espaçoso, minimalista na decoração, e com uma tela sensível ao toque incrustada no espelho onde se podia escolher entre filmes, documentários e programas de TV. Tomar um banho de banheira assistindo a um programete com sugestões de mostras de arte em cartaz em Paris foi, realmente, uma boa ideia.

No total, o hotel tem 244 acomodações. Há outras duas categorias de quartos e dez de suítes, do tipo apartamentos. A Penthouse, maior e mais cara delas, tem 170 metros quadrados, seis terraços, mármore por todo lado, vista em 360 graus da capital e diária a 19.500 (R$ 52,5 mil), que dá direito a um Rolls Royce do hotel à disposição.

A suíte que conquistou meu coração foi a Duplex, com uma escadinha estreita que desemboca em uma linda sala de leitura no piso superior ( 2.950 ou R$ 8 mil a diária).

Espaço de arte. O imperdível dali é o lounge La Galerie, autodefinido como \"o coração e a alma\" do Hotel George V. Vale por um museu. Há pinturas, tapetes e móveis do século 19. Um pianista toca diariamente, a partir das 15 horas. Ao lado está o bar, um ambiente sóbrio de madeira escura, muito parisiense.

Relax. A piscina é interna, cercada por pinturas murais do tipo \"engana-olhos\". Tem mais jeito de lugar para relaxar por meia hora que para se divertir - não parece ser uma boa ideia deixar crianças à vontade. Fica dentro do spa, com decoração à la realeza que, com frequência, aparece em listas dos mais finos de Paris. A estrela é o tratamento Um Passeio a Versalhes ( 420 ou R$ 1.130), que inclui aroma de flor de laranjeira, o favorito de Maria Antonieta, em uma massagem de 2h30 com esfoliação. Moças, descansem: o salão de beleza notou nossa mania de alisar cabelos e faz escova progressiva à brasileira (desde 500 ou R$ 1.340).
José Alves
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